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01/04/2011

Parlendas


Estoura pipoca Maria Pororoca
(Falar nome de gente pão dura)


Ce - re - ce - cê, ce - re - ce - cê, atenção vai começar
Nos somos quatro,
Eu com as quatro, eu com essa, eu com aquela
Nós por cima e nós por baixo,
As quatro, eu com essa, eu com aquela
Nós por cima e nós por baixo
Popeye ô silomé
Popeye ô silomé
Ô Popeye, ô Popeye
Nasceu Poti
O eme-a, o eme-a
O eme-a fom-fom
A caneta, a lapiseira
Do chinês arrebentou
Meia volta
Volver
Quero casar
Com você
Esperando
Nenê
O nome dele
É Gegê
Rei, capitão,
Soldado, ladrão.
Moça bonita
Do meu coração
Meio dia,
Panela no fogo,
Barriga vazia.
Macaco torrado,
Que vem da Bahia,
Fazendo careta,
Pra dona Sofia.

"O tempo perguntou pro tempo qual tempo tinha mais tempo que o tempo. O tempo respondeu pro o tempo que não tinha tempo para refletir sobre o tempo e que era para ele ocupar seu tempo com algo que lhe trouxesse dinheiro, porque tempo é dinheiro."

"O doce perguntou pro doce qual doce era mais doce que o doce. O doce respondeu pro doce que o doce de batata-doce não dava tanto lucro como vender ações na bolsa de valores. O doce mais doce de todos os doces era o lucro e acabou a história."

"Cadê o toucinho que estava aqui? O gato do rico comeu! Cadê o gato? Foi para o mato! Cadê o mato? O grileiro queimou! Cadê o fogo? A água apagou! Cadê a água? O boi bebeu! Cadê o boi? No frigorífico do rico!  Cadê o rico? Bem, o rico deve estar na Ilha de Caras ou em Fernando de Noronha telefonando para sua empregada não esquecer de dar toucinho para seu gato!"

"Popeye foi à feira, não sabia o comprar. Abriu um crediário pra Olívia se alegrar. A Olívia se empolgou, foi pro shopping e gastou. Coitadinho do Popeye, se tornou um devedor!"     
Lá em cima do piano,
Tem um copo de veneno.
Quem bebeu morreu.
O azar foi seu!
Rei
Capitão
Soldado
Ladrão
Menino
Menina
Macaco Simão


Ce ce ce cerere cece
Amanhã é domingo, pé de cachimbo.
O cachimbo é de ouro, bate no touro.
O touro é valente, bate na gente.
A gente é fraco, cai no buraco.
O buraco é fundo, acabou-se o mundo
O Papagaio come milho.
periquito leva a fama.
Cantam uns e choram outros
Triste sina de quem ama.

-Um, dois, feijão com arroz,
Três, quatro, feijão no prato,
Cinco, seis, falar inglês,
Sete, oito, comer biscoito,
Nove, dez, comer pastéis.

-Eu sou pequena,
Da perna grossa,
Vestido curto,
Papai não gosta

-Por detrás daquele morro,
Passa boi, passa boiada,
Também passa moreninha,
De cabelo cacheado

-Tropeiro fala de burro,
Vaqueiro fala de boi,
Jovem fala de namorada,
Velho fala que foi.

-Era uma bruxa
À meia-noite
Em um castelo mal-assombrado
com uma faca na mão
Passando manteiga no pão

-A sempre-viva quando nasce,
toma conta do jardim
Eu também quero arranjar
Quem tome conta de mim

-Palminha
Palma, palminha,
Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.

- Homem com homem
Mulher com mulher
Faca sem ponta
Galinha sem pé

- Enganei um bobo
Na casca do ovo!

- Vá à …
Já fui e já voltei!
Burro que nem você nunca encontrei

- Cala a boca!
Cala a boca já morreu
Quem manda em você sou eu!
- Coco pelado
Caiu no melado
Quebrou uma perna
Ficou aleijado

-Uni, duni,tê
Uni, duni, tê,
Salamê, mingüê,
Um sorvete colorê,
O escolhido foi você!

- Rei Capitão
Rei, capitão,
Soldado, ladrão.
Moça bonita
Do meu coração

- Fui à feira
Fui à feira comprar uva. Encontrei uma coruja,
Pisei no rabo dela.
Ela me chamou de cara suja

-Os dedos
Dedo mindinho,
Seu vizinho,
Pai de todos,
Fura bolo,
Mata piolho..

- Batatinha quando nasce
se esparrama pelo chão.
Menininha quando dorme
põe a mão no coração.

- Chuva e sol, casamento
de espanhol.
Sol e chuva, casamento
de viúva.

- Meio dia
Meio dia,
Panela no fogo,
Barriga vazia.
Macaco torrado,
Que vem da Bahia,
Fazendo careta,
Pra dona Sofia.

- PAPAGAIO LOURO
Papagaio luoro
Do bico dourado
Leva essa cartinha
Pro meu namorado
Se tiver dormindo
Bate na porta
Se tiver acordado
Deixe o recado.

-O cemitério
No portão do cemitério,
Tério, tério, tério,
Duas almas se encontraram,
Traram, traram, traram.
Uma disse para a outra,
Outra, outra, outra,
Você é uma vagabunda,
Bunda, bunda, bunda,
Mas que falta de respeito,
Peito, peito, peito
Mas que peito cabeludo,
Ludo, ludo, ludo

- Botequim
Fui ao botequim
Tomar café.
Encontrei um cachorrinho
De rabinho em pé.
Sai pra fora, cachorrinho,
Que eu te dou um pontapé!

Andando pelo caminho
Fui andando pelo caminho.
Éramos três,
Comigo quatro.
Subimos os três no morro,
Comigo quatro.
Encontramos três burros,
Comigo quatro.

- Perna de pato
Entrou pela perna do pato,
Saiu pela perna do pinto.
O rei mandou dizer
Que quem quiser
Que conte cinco:
Um, dois, três, quatro, cinco

-A mulher morreu
Lá na rua vinte e quatro,
a mulher matou o gato, com a sola do sapato,
o sapato estremeceu a mulher morreu o culpado não fui eu.

-La em cima do piano
tem um copo de veneno
Quem bebeu, morreu
O azar foi seu.

-Agá, agá
A galinha quer botar
Ijê, Ijê
Minha mãe me deu uma surra
fui parar no Tietê
Alô,Alô
O Galo já cantou
Amarelo, amarelo
Fui parar no cemitério
Roxo, roxo,
Fui parar dentro do cocho

-Salada, saladinha
Bem temperadinha
Com sal, pimenta
Um, dois, três.

- Cadê o toucinho que estava aqui?
O Gato comeu
Cadê o gato?
No mato
Cade o mato?
O fogo queimou
Cadê o fogo?
A água apagou
Cadê a água?
O Boi bebeu
Cadê o boi?
Amassando o trigo
Cadê o trigo?
A galinha espalhou
Cadê a galinha?
Botando ovo
Cadê o ovo?
O padre bebeu
Cadê o padre?
Rezando missa
Cadê a missa?
Tá na capela
Cadê a Capela?
Ta aqui.........

-Bão Balalão
Bão, babalão,
Senhor Capitão,
Espada na cinta,
Ginete na mão.
Em terra de mouro
Morreu seu irmão,
Cozido e assado
No seu caldeirão

Ou
Bão-balalão!
Senhor capitão!
Em terras de mouro
Morreu meu irmão,
Cozido e assado
Em um caldeirão;
Eu vi uma velha
Com um prato na mão,

Corre, Cutia,
Na casa da Tia
Corre Cipó
Na casa da Avó
Lencinho na mão
caiu no chão
Moça bonita
Do meu coração
Um,dois, três

-Quem é?
É o padeiro
E o que quer?
Dinheiro
Pode entrar
que eu vou buscar
O seu dinheiro
Lá embaixo do travesseiro

-O Macaco foi a feira
Não sabia o que comprar
Comprou uma cadeira
Pra comadre se sentar
A comadre se sentou
A cadeira escorregou
coitada da comadre
foi parar no corredor

-Batalhão
Batalhão, lhão, lhão, quem não entrar é um bobão. Abacaxi, xi, xi quem não sai é um saci. Beterraba, aba, aba, quem errar é uma diaba. Borboleta, leta, leta, quem errar é uma capeta.

- Sapo
Eu vi um sapo, pó na beira do rio, rio, rio não era sapão, pão, pão, nem perereca, cá era o (...João) só de cueca, cá , cá.

-PEDRINHA
Pisei na pedrinha,
A pedrinha rolou
Pisquei pro mocinho,
Mocinho gostou
Contei pra mamãe
Mamãe nem ligou
Contei pro papai,
Chinelo cantou.

Chá



Numa panela queimar açúcar. Colocar gengibre picado, cravo da Índia e um pedaço de canela em pau,  dar uma fritada e em seguida colocar água. Depois que ferver colocar saquinhos de erva doce, raspas da casca de limão ou laranja e desligar. Tampar deixar descansar um pouco e servir.
Gengibre - antioxidante, auxiliar no emagrecimento, previne doenças cardiovasculares
Cravo da Índia - protege contra esclerose, diminue níveis de colesterol
Canela - digestiva, antioxidante, ajuda a controlar a pressão sanguinea
Erva doce - combate a tontura.

Alimentações de antigamente do Brasil


Antes dos portugueses invadirem esta terra a alimentação era a base de frutas e todos os tipos de alimentos dos indios "povos nativos" e donos verdadeiros desta terra.
Quando da chegado dos portugueses a alimentação começou a ser diversificada entre as portuguesas e indigenas.
Ai vieram os escravos (absurdo dos portugueses que faziam isto) mais diversificação.
Como neste periodo eram as negras (guerreiras mulheres) que iam para cozinha, elas incluiram a alimentação dos portugueses as de suas origens também.
Vieram os holandeses, italianos, japoneses, coreanos, chineses, alemães, etc............
Resultou nas gastronomia do Brasil atual.
A cozinha brasileira nasceu da combinação da culinária indígena com as dos colonizadores e os escravos, porem para que seja compreendido seu nascimento é necessário relatar como índios primeiros habitantes, se alimentavam quando o Brasil foi descoberto pelos portugueses.
Pero Vaz de Caminha em 24 de abril de 1500 dois dias após o descobrimento do Brasil, redigiu uma carta ao rei de Portugal onde informava sobre o primeiro contato dos índios com a cozinha européia e informava na carta também ainda que de forma equivocada que no Brasil não era produzido nada de útil para o comércio pois em 1500 no Brasil era plantado aipim batata, abóbora, milho, feijão, fava, amendoim porem não faziam parte da alimentação diária .
"Eles não lavram, nem criam. Não há aqui boi, nem vaca, nem cabra, nem ovelhas, nem galinha, nem qualquer outra alimária, que costumada seja ao viver dos homens. Não comem senão disse inhame que aqui há muito, e dessa semente e frutos, que a terra e as árvores de si lançam."
Pero Vaz de Caminha notou também que recusa da comida Européia durou pouco e após alguns dias o índio comiam e bebiam tudo o tudo o que os portugueses lhe ofereciam como : presunto defumado e cozido, peixe cozido, pão, figos em passa, confeito de açúcar e fartéis ; primeiro bolo doce saboreado no Brasil.
Na carta regida Caminha também conclui que por se alimentarem apenas de trigo e legumes a índia era mais robusta e a pele mais brilhante.
Os portugueses não se interessaram pela culinária local., o único alimento que provaram e gostaram foi o palmito, e o inhame que diziam ser a alimentação diária dos indígenas na verdade era a mandioca., alimento que ele utilizava para fazer farinha que a partir dela fizeram o pirão de peixe ou carne, a banana da terra que já existia no Brasil era utilizada para fazer mingaus, caldos e bebidas.
Os índios não tinham o hábito de plantar frutas. Apenas colhia o que a natureza os oferecia fartamente: abacaxi, goiaba, cajá, maracujá, imbu, mamão e caju, frutas como banana, laranja, limas e os limões só formam conhecidos mais tarde, quando trazidos pelos portugueses.
O peixe cozido ou assado era um dos alimentos favoritos dos índios.
Os indígenas assim como o homem pré-histórico em 1500, não tina uma hora determinada para comer, como era comum entre os europeus se alimentavam sempre que tivesse fome.
Os indígenas obtinham sal pela água do mar, porém o sal não lhe despertavam grande interesse pois não tinham uma necessidade orgânica, pois transpiravam pouco e suas peles eram cobertas por tintas ornamentais
Com a pimenta e o sal , os índios preparavam molho mas não o cozinhava direto com o alimento, apenas usavam os molho s elaborados no momento em que iriam se alimentar.
Como instrumento da cozinha, os índios utilizavam panelas, espetos e moquém - uma espécie de grelhas que colocava sobre o fogo baixo e para assar, essa técnica consistia em colocar a carne ou o peixe em um buraco na terra forrada com folhas grandes, depois cobriam-na com folhas e terra, fazia-se um fogo sobre a cova a qual mantinha-se acesso até o momento de assar.
Tanto as panelas, fornos de barro para fazer farinha de mandioca, beijus e bebidas eram uma ocupação feminina dentro as tribos indígenas.
Os índios apreciavam bastante bebidas e sabia fabrica-las a partir de fermentação da mandioca, aipim, batata-doce, produziam vinho de frutas como caju, ananás, e jenipapo e bebidas não fermentadas com a garapa de pamonha, que era a pamonha dissolvida em água, e o xibé, uma mistura de farinha de mandioca com água. Naquela época os índios não conheciam a bebida tipo um refresco, em que a fruta é espremida e misturada á água.
As bebidas indígenas sempre eram aquecidas antes de serem servias, mesmo que em seu preparo já tivesse sido cozida.
Ao longo dos anos, a dieta indígena mudou relativamente pouco: manteve-se bastante fiel aos padrões de 1500. Ela deixou uma herança extremamente significativa para a alimentação brasileira.
A Colonização do Brasil
Grande parte dos escravos que vinham exportados para trabalhar no Brasil eram de Guiné e Angola, viajavam e condições precárias tanto de higiene como de alimentação.
Devido à crise financeira em Portugal, os portugueses decidiram explorar o Brasil, trazendo os africanos, deu-se o inicio a colonização do Brasil, onde a principal atividade econômica era a produção e exportação do açúcar.
Muitos portugueses vieram com a sua família em definitivo, trazendo bois, vacas, touros, ovelhas, cabras, variedades de frutas e legumes e também comemorações como: Natal, São João, Quaresma e Carnaval, tornando o ambiente familiar.
Os negros exportados, após serem explorados ao máximo, eram largados para morrer já que não seriam mais úteis.
Foram destinados a trabalhar nos grandes engenhos, minas de ouro, plantações, comiam o que lhe era imposto, que não era de agrado ao seu paladar. A farinha de mandioca brasileira se tornou indispensável para a sua alimentação e passou a utiliza-la acrescentando ao caldo fervente até tomar consistência.
O pirão tornou-se comum e diário na alimentação dos brasileiros como acompanhamento de carnes e peixes.
O milho também ocupou terceiro lugar na cozinha brasileira, que eram muito consumidos pelos negros na preparação de fubá e angu palavras introduzidas no vocabulário brasileiro pelos africanos.
A mulher portuguesa tirou mais proveito do milho, passou a fazer bolos, canjicas e pudins.
O arroz ocupou o segundo lugar na cozinha brasileira, produto este plantado pelos portugueses após a colonização. A partir do século XVIII o arroz passou a ser cozido com água e sal dando a consistência de um pirão e servido com acompanhamento de carnes e peixes. O arroz branco surgiu mais tarde apenas e hotéis e casas ricas.
Os negros, índios e portugueses criaram variações de preparação, surgiu então o arroz de haussa, arroz de forno, arroz de cuxá, arroz de pequi e o arroz carreteiro.
Como sobremesa o arroz doce preparado com leite de gado ou de coco considerado hoje como uma sobremesa nacional
E no século XVI houve a popularidade do feijão pelos brasileiros, a qual tornou-se base da alimentação, junto com a farinha e mais tarde e arroz.
Foi pelas mãos das mulheres portuguesas, das mulheres portuguesas que os índios conheceram o açúcar e que se tornou diário na alimentação. Os pratos doces eram os mais associados á idéia de passatempo de que a idéia de sustento.
Como os açúcar eram fácil dos engenhos, muitas sobremesas nasceram aqui mesmo e os pratos ficaram mais valorizados com o açúcar e o mel.
Faziam variados tipos de doces de frutas tropicais como: marmeladas, caju, banana e goiaba. Toda esta mudança os africanos iam tornando-a mais, apetitosa, sadia e suficiente. Mudando o cardápio que lhe era imposto.

O Brasil se liberta de Portugal: a Cozinha brasileira se afirma

No período da luta pela independência do Brasil a cachaça e a farinha de mandioca eram o símbolo de rebeldia e de conspiração nos encontros dos movimentos de revolta.
Com o aumento da extração de ouro e o desenvolvimento das imediações da minas e postos de cobrança portugueses, as pessoas começaram a adaptar sua culinário de acordo com as novas possibilidades alimentares e conseqüentemente começaram a criar a identidade da cozinha brasileira.
A chegada da corte portuguesa trouxe as mesas brasileiras a adaptação do cardápio português as iguarias nativas e a introdução de novos ingredientes na preparação de pratos típicos do país para receber as nobres famílias vindas de Portugal.
Passados mais de três séculos com o domínio português a culinária brasileira era tipicamente européia não só na culinária, mas também no costumes como: figurinos, músicas, danças, comportamentos e lazer.
Paralelamente as mudanças no cardápio nacional o consumo de bebidas crescia, e também sofria fortes influências de todos os povos que chegavam ao país, desde os vinhos portugueses até o chá das classes dominantes vindas da Europa ao final do século XIX.
A produção de café ia chegando ao seu auge, e este apareceu encerrando as refeições e dando o nome a primeira refeição do dia, porém sua produção era mais voltada a exportação e utilizava mão de obra escrava nas lavouras.
Porém, em 1850 o tráfico de escravos foi proibido e o incentivo, a vinda de europeus para as lavouras cafeteiras foi a solução encontrada, contudo além da mão de obra os imigrantes trouxeram consigo seus costumes alimentares, fazendo da cozinha brasileira um mix de influência portuguesas, indígena, francesa, inglesa, espanhola, alemã e italiana contribuindo o enriquecimento do cardápio brasileiro.
Apesar das diversas influências estrangeiras, a base alimentar do povo brasileiro continuava sendo contribuída de legumes como: feijão, mandioca, batata, milho, arroz, carne seca, peixe, pimenta, farinha de mandioca e frutas como banana e laranja.
Bella Donna

31/03/2011

Musicas infantis de antigamente



Louvando a Maria

Louvando a Maria
O povo fiel
A voz repetia
De  São Gabriel
Ave Ave Ave Maria
Ave Ave Ave Maria
Louvando a Maria
O povo fiel
A voz repetia
De  São Gabriel
Ave Ave Ave Maria
Ave Ave Ave Maria

Mãezinha do céu, eu não sei rezar
Eu só sei dizer quero te amar
Azul é seu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu
Mãezinha do céu, mãe do puro amor
Jesus é seu filho
Eu também sou
Azul é teu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu
Mãezinha do céu, vou te consagrar
A minha inocência, guarda-a sem cessar
Azul é teu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu
Meu coraçao e só de jesus minha alegria é a santa cruz

I love coffee I love tea
I love the boys and the boys love me
They pull my hair and the break my comb
But all tell mama when I get home
Atenção (três palmas) concentração (três palmas) nome de (três palmas) Marca de (três palmas) carros (três palmas)
Volkswagen Decavê Corcel Aeroiles Stutbacker Opala Jipe  Del Rey Mercedes Bens Cadillac Voyage Ferrari Fordinho Karmanguia Romiseta Kombi Bugatti Verona Escort Sedan Saveiro Vemaguet Dodge Monza Puma Kadett Limusine Chrysler Porsche
Nome de cigarros LM Hollywood Luke Strike Century Chanceler Maurier Cig Epson Pall Mall Cigarrilha Continental California Malboro Man Memphis Benson & Hedges Camel Charm Vila Rica
Raça de cachorros Poodle - Pastor Alemão -  Vira lata-  Llasa Apso -
Afghan Hound - Scottish Terrier - Dachshund - Australian Cattle - Papillon - Labrador - Akita - Pequinês - Shih Tzu - Rottweiler - Pit Bull - Border Collie Golden - Retriever - Doberman

Nome de cores: Azul Amarelo vermelho Maravilha Rosa choque Verde Marron Preto Cinza Lilás Roxo Branco Laranja

A mamãe mandou dizer que este aqui, mas como eu sou teimosa eu escolho este daqui!

Uni duni te salamê minguê um sorvete colorê o escolhido foi você

Pomponeta peta peta petá pe rugi pomponeta peta peta petá pe plim
Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodão incomodão muito mais. Três elefantes incomodão muita gente, três elefantes incomodão incomodão incomodão muito mais. Três...

Quem bebe grapette repete grapette grapette é gostoso demais. Quem bebe grapette repete grapette grapette é gostoso demais.
É hora do lanche que hora tão feliz queremos biscoito São Luis

Fui certa vez na casa de um japonês. E o japonês taco cigarro no chão. A japonesa começou ameaçar. E o japonês taco bomba em minha mão e disse então: catai catai catai  catá. Cataí catai cata catajá. Tu me manda catá. Tu me manda catá. Cataí tu que tu que tacou no chão!

Pombinha branca

Pombinha branca
o que está fazendo
lavando a roupa
pro casamento.
Vou me lavar,
vou me secar
vou na janela
pra namorar
passou um moço
de terno branco
chapéu de lado
seu namorado
mandei entrar
mandei sentar
cuspiu no chão
limpa ai seu porcalhão!
Tenha mais
educação.

Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel
                                               
O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional

Samba Lelê

Samba Lelê está doente
Está com a cabeça quebrada
Samba Lelê precisava
De umas dezoito lambadas
Samba , samba, Samba ô Lelê
Pisa na barra da saia ô Lalá  (BIS)

O meu chapéu tem três pontas
Tem três pontas o meus chapéu
Se não tivesse três pontas
Não seria o meu chapéu

A barata mentirosa

A Barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ah ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só !

A Barata diz que tem um sapato de veludo
É mentira da barata, o pé dela é peludo
Ah ra ra, Iu ru ru, o pé dela é peludo !

A Barata diz que tem um sapato de fivela
É mentira da barata, o sapato é da mãe dela
ah rá rá, oh ró ró, o sapato é da mãe dela

A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ah ra ra, rim rim rim, ela tem é de capim

A Barata diz que tem um anel de formatura
É mentira da barata, ela tem é casca dura
Ah ra ra , iu ru ru, ela tem é casca dura
A Barata diz que tem o cabelo cacheado
É mentira da barata, ela tem coco raspado
Ah ra ra, ia ro ró, ela tem coco raspado.

Brilha, brilha estrelinha
Brilha, brilha estrelinha
Quero ver você brilhar
Faz de conta que é só minha
Só pra ti irei cantar
Brilha, brilha estrelinha
Brilha, brilha lá no céu
Vou ficar aqui dormindo
Pra esperar Papai Noel

Dona aranha

A dona aranha subiu pela parede
Veio a chuva forte e a derrubou
já passou a chuva e o sol já vai surgindo
e a dona aranha continua a subir

A galinha do vizinho
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!

Refrão - Ai, eu entrei na roda
Ai, eu não sei como se dança
Ai, eu entrei na “rodadança”
Ai, eu não sei dançar
Sete e sete são quatorze, com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados só posso casar com um
Namorei um garotinho do colégio militar
O diabo do garoto, só queria me beijar
Todo mundo se admira da macaca fazer renda
Eu já vi uma perua ser caixeira de uma venda

Lá vai uma, lá vão duas, lá vão três pela terceira
Lá se vai o meu benzinho, no vapor da cachoeira
Essa noite tive um sonho que chupava picolé
Acordei de madrugada, chupando dedo do pé

Alecrim

Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo é o alecrim
Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo é o alecrim
Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado.

Adoleta

Adoleta, Lê pêti, pêti pô lá, Lê café com chocolá, Adoleta
Puxa o rabu do tatu, quem saiu foi tu
Barra, berra, birra, borra, burra.

Atirei o pau no gato

Atirei o pau no gato-to,
Mas o gato-to
Não morreu-reu-reu.
Dona Chica-ca
Adimirou-se-se
Do berrou, do berrou
Que o gato deu:
"MIAU!"
Dona chica foi a policia-cia,
A policia-cia, não prendeu-deu-deu.
Dona Chica-ca, adimirou-se-se
Do berrou, do berrou
Que o gato deu:
"MIAU!"

Ciranda Cirandinha

Ciranda ,cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar.
O anel que tu me destes,
Era vidro
e se quebrou.
O amor que tu me tinhas
era pouco e se acabou.

Escravos de jó

Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, põe
deixa o Zé Pereira ficar
Guerreiros com guerreiros
fazem zigue-zigue-zá
Guerreiros com guerreiros
fazem zigue-zigue-zá

Fui a Espanha

Fui à Espanha
Buscar o meu chapéu,
Azul e branco
Da cor daquele céu.
Ora, palma, palma, palma !
Ora, pé, pé, pé !
Ora, roda, roda, roda !
Caranguejo peixe é !
Caranguejo não é peixe,
Caranguejo peixe é
Caranguejo só é peixe
Lá no fundo da maré.
Samba, crioula,
Que veio da Bahia.
Pega na criança
E joga na bacia.
A bacia é de ouro,
Areada com sabão;
Depois de areada,
Enxuga com o roupão.
O roupão é de seda,
Camisinha de filó,
Touquinha de veludo
Pra quem ficar vovó.
Em coro, falando :
A benção, vovó !
A benção, vovó !

Eu Sou Pobre, Pobre

Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré, marré, marré.
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré deci.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré, marré, marré.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré deci.
Eu queria uma de vossas filhas,
De marré, marré, marré.
Eu queria uma de vossas filhas,
De marré deci.
Escolhei a qual quiser,
De marré, marré, marré.
Escolhei a qual quiser,
De marré deci.
Eu queria (nome da pessoa),
De marré, marré, marré,
Eu queria (nome da pessoa),
De marré deci.
Que ofício dais a ela ?
De marré, marré, marré.
Que ofício dais a ela ?
De marré deci.
Dou o ofício de (nome do ofício)
De marré, marré, marré.
Dou o ofício de (nome do ofício),
De marré deci.
Este ofício me agrada (ou não)
De marré, marré, marré.
Este ofício me agrada (ou não)
De marré deci.
Lá se foi a (nome da pessoa),
De marré, marré, marré.
Lá se foi a (nome da pessoa),
De marré deci.
Pra terminar :
Eu de pobre fiquei rica.
De marré, marré, marré.
Eu de rica fiquei pobre,
De marré deci.

Fui no Tororó

Fui no Tororó beber
Água não achei,
Achei a bela morena
Que no Tororó deixei.
Aproveita minha gente
Que uma noite não é nada;
Se não dormir agora
Dormirá de madrugada.
Oh ! Mariazinha!
Oh ! Mariazinha!,
Entra nesta roda
Ou ficarás sozinha !
- Sozinha eu não fico,
Nem hei de ficar!
Por que eu tenho o Pedro
Para ser o meu par.

Um, dois, feijão com arroz

Um, dois,
Feijão com arroz;
Três, quatro,
Feijão no prato;
Cinco, seis,
Feijão inglês;
Sete, oito,
Comer biscoito;
Nove, dez,
Comer pastéis.

A caravela de Cabral

A caravela de Cabral saiu pro mar
Foi procurar um mundo novo pra morar
Terra nova pra colher e pra plantar
Cabral não via a hora de chegar
O vento que soprava forte pra valer
Levou a caravela em outra direção
Cabral já não sabia mais o que fazer
Estava armada a grande confusão
Quando a terra firme apareceu
Tinha índio por todo lugar
Mas o seu cabral não entendeu
O povo dançava sem parar
Ah, ah, ah, ah
Ô, ô, ô, ô
Ô, ô, ô, ô
Seu cabral! Seu cabral!
Descobriu! Descobriu!
Terra vista dia 22 de abril
Seu cabral! Seu cabral!
Descobriu! Descobriu!
Essa terra nova era o Brasil
Ô, ô, ô, cabral
Festa o ano inteiro, que país legal
Ô, ô, ô, cabral
Aqui é o país do alto astral

O Cravo Brigou Com a Rosa

O cravo brigou com a rosa,
Debaixo de uma sacada,
O cravo saiu ferido,
E a rosa despedaçada.
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar,
O cravo teve um desmaio,
E a rosa pô-se a chorar.

Teresinha de Jesus

Terezinha de Jesus deu uma queda
Foi ao chão
Acudiram três cavalheiros
Todos de chapéu na mão
O primeiro foi seu pai
O segundo seu irmão
O terceiro foi aquele
Que a Tereza deu a mão
Quanta laranja madura
Quanto limão pelo chão
Quanto sangue derramado
Dentro do meu coração
Terezinha levantou-se
Levantou-se lá do chão
E sorrindo disse ao noivo
Eu te dou meu coração

Dá laranja quero um gomo
Do limão quero um pedaço
Da morena mais bonita
Quero um beijo e um abraço

Nesta Rua

Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração

Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem

O Cravo Brigou Com a Rosa

O cravo brigou com a rosa,
Debaixo de uma sacada,
O cravo saiu ferido,
E a rosa despedaçada.
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar,
O cravo teve um desmaio,
E a rosa pô-se a chorar.

Peixe Vivo

Como pode o peixo vivo
Viver fora da água fria
Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria
Como poderei viver
Como poderei viver
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Os pastores desta aldeia
Ja me fazem zombaria
Os pastores desta aldeia
Ja me fazem zombaria
Por me verem assim chorando
Por me verem assim chorando
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia

Pirulito que bate bate

Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu
Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
A menina que eu gostava
Não gostava como eu

Ponha aqui o seu pezinho

Ponha aqui o seu pezinho
Devagar, devagarinho
Se vai à ribeira grande
Eu tenho uma carta escrita
Para ti cara bonita
Não tenho por quem a mande

Cai Cai Balão

Cai cai balão
Cai cai balão, cai cai balão
Na rua do sabão
Não Cai não, não cai não, não cai não
Cai aqui na minha mão!
Cai cai balão, cai cai balão
Aqui na minha mão
Não vou lá, não vou lá, não vou lá
Tenho medo de apanhar!

Cachorrinho

Cachorrinho está latindo lá no fundo do quintal
Cala a boca, Cachorrinho, deixa o meu benzinho entrar
Refrão - Ó Crioula lá ! Ó Crioula lá, lá !
Ó Crioula lá ! Não sou eu quem caio lá !
Atirei um cravo n'água de pesado fou ao fundo
Os peixinhos responderam, viva D. Pedro Segundo.
Refrão

Pirulito que bate bate

Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu
Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
A menina que eu gostava
Não gostava como eu

Constância

Constância, bela Constância !
Constância, bela será.
Será o cravo da fortuna
A volta que o mundo dá.
Entrei num jardim de flores,
Não sei qual escolherei;
Escolho a mais formosa,
Aquela que abraçarei.
Bis :
Dollin, dolelê !
Dollin, dolalá !
Tocando a viola
Para se dançar.

Marcha soldado

Marcha soldado,
cabeça de papel.
Quem não marchar direito,
vai preso pro quartel.
O quartel pego fogo,
a policia deu sinal.
Acode,acode,acode a bandeira nacional

O sapo

O sapo tinha chulé
O sapo não lavava o pé
O sapo vive na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé!

 
A sapa tinha chulâ....

E sepe tinhe chulê...

I sipi tinhi chili...

O sopo tonho cholo...

U supu tinhu chulu...